A religião enquanto instrumento de libertação do homem como sujeito social: um estudo a partir da perspectiva de Rubem Alves.

Autores

  • Joseane Zacché Avellar Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo
  • Darlon de Oliveira Souza Docente da Faculdade Multivix
  • Keylla Cristina Coura Ribeiro Docente da Secretaria de Educação de Minas Gerais

Resumo

 

Resumo

O presente artigo tem como proposição explorar os argumentos empregados por Rubem Alves[1] a respeito dos seus questionamentos sobre o tema Religião a partir da concepção institucionalizada de uma crença e como esta pode oprimir o homem enquanto sujeito social. Absorto em seus pensamentos, Alves prenuncia uma nova concepção de religião que parte do princípio de que este mesmo homem social se revela como sujeito imbuído de esperanças e expectativas para se libertar da situação de opressão a que é submetido em uma sociedade de classes injusta e desigual.


[1] Rubem Alves (1933-2014) foi pastor presbiteriano brasileiro, teólogo, psicanalista, educador, escritor. Publicou várias obras na área de Teologia, de Educação, bem como livros infantis. Disponível em http://www.institutorubemalves.org.br/. Acesso em 03/08/2016.

Biografia do Autor

  • Joseane Zacché Avellar, Secretaria de Estado da Educação do Espírito Santo

    Mestranda em Ciências das Religiões pela Faculdade Unida de Vitória. Licenciada em Pedagogia especialista em Educação, Técnica em Educação SEDU-ES.

  • Darlon de Oliveira Souza, Docente da Faculdade Multivix

    Mestrando em Ciências das Religiões pela Faculdade Unidade de Vitória. Bacharel em Fisioterapia, Especialista em fisioterapia Hospitar, docência do Ensino Superior e Anatomia e patologia Associada. Docente da Faculdade Multivix.

  • Keylla Cristina Coura Ribeiro, Docente da Secretaria de Educação de Minas Gerais

    Mestranda em Ciências das Religiões pela Faculdade Unida de Vitória. Licenciada em História, Especialista em História do Brasil, Docente da Secretaria de Educação de Minas Gerais.

Referências

Downloads

Publicado

28-12-2017

Edição

Seção

Número Especial Sete Anos