O estigma direcionado à mulher e à natureza em diferentes fases do patriarcado
DOI:
https://doi.org/10.35521/unitas.v13i1.3167Resumo
Este artigo surge da constatação de uma reincidente crise na representatividade feminina e como isso se correlaciona com a preservação do meio ambiente. O objetivo principal é apresentar alguns aspectos históricos de interpretações voltadas para a manutenção dos privilégios oriundos do patriarcalismo, mesmo quando ela coloca em questão os dogmas estipulados pela própria tradição judaico-cristã. Há um vasto campo de entendimento acerca do papel da mulher e da natureza, desde os primórdios daquilo que se concebe como civilização. Isso ganha maior tensão com as religiões monoteístas e continua bastante atual, mesmo com a mudança de determinados paradigmas socioeconômicos. A metodologia deste artigo é a pesquisa bibliográfica, valendo-se de estudos e situações que demonstrem a necessidade de uma crítica mais enfática ao modelo hegemônico vigente. Como resultado, espera-se frente ao aumento exponencial de feminicídios e ao iminente colapso climático um enfrentamento mais efetivo por parte de toda sociedade.
Palavras-chave: Sociedade. Religião. Misoginia. Meio ambiente. Representatividade.


