O estigma direcionado à mulher e à natureza em diferentes fases do patriarcado

Autores

  • Katia Antonia Ferreira Rosa Faculdade Unida
  • Pedro Antônio Freire Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

DOI:

https://doi.org/10.35521/unitas.v13i1.3167

Resumo

Este artigo surge da constatação de uma reincidente crise na representatividade feminina e como isso se correlaciona com a preservação do meio ambiente. O objetivo principal é apresentar alguns aspectos históricos de interpretações voltadas para a manutenção dos privilégios oriundos do patriarcalismo, mesmo quando ela coloca em questão os dogmas estipulados pela própria tradição judaico-cristã. Há um vasto campo de entendimento acerca do papel da mulher e da natureza, desde os primórdios daquilo que se concebe como civilização. Isso ganha maior tensão com as religiões monoteístas e continua bastante atual, mesmo com a mudança de determinados paradigmas socioeconômicos. A metodologia deste artigo é a pesquisa bibliográfica, valendo-se de estudos e situações que demonstrem a necessidade de uma crítica mais enfática ao modelo hegemônico vigente. Como resultado, espera-se frente ao aumento exponencial de feminicídios e ao iminente colapso climático um enfrentamento mais efetivo por parte de toda sociedade. Palavras-chave: Sociedade. Religião. Misoginia. Meio ambiente. Representatividade.

Biografia do Autor

Katia Antonia Ferreira Rosa, Faculdade Unida

Doutora em Ciências das Religiões e Mestra pela Faculdade Unida de Vitória. Graduação em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Serra. E-mail: katia.rosa@ufes.br.

Pedro Antônio Freire, Universidade Federal do Espírito Santo - UFES

Doutor em Letras com Graduação e Mestrado pela Universidade Federal do Espírito Santo. Ensaísta, revisor de texto e oficineiro em escrita criativa. E-mail: pedrantoniofreire@gmail.com.  

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Publicado

03-03-2026

Edição

Seção

DOSSIÊ 2025/1: Identidades, Ecologia e Religião no Espaço Público