Um crime imperdoável
como o estupro é visto pelo budismo quando praticado contra monjas
DOI:
https://doi.org/10.35521/unitas.v13i1.2902Resumo
Este artigo explora a gravidade do crime de estupro dentro do budismo, comparando-o com outras ações de retribuição imediata, como matricídio e parricídio. Por meio de uma pesquisa bibliográfica e documental, analisa textos budistas e védicos, incluindo o Vinayasutta e o Manusmṛti, para contextualizar a visão budista sobre a violência sexual e a exclusão monástica de perpetradores. Os resultados indicam que o budismo trata o estupro com extrema seriedade, equiparando-o a transgressões que resultam em consequências severas, como a exclusão definitiva do caminho monástico. Essa postura sublinha o compromisso do budismo com a proteção e a dignidade das mulheres, promovendo uma revolução nos direitos das mulheres dentro da comunidade monástica e destacando a incompatibilidade da violência sexual com os preceitos budistas.


