Percursos da hegemonia cultural bolsonarista e a retórica de ódio na realidade brasileira contemporânea

Autores

  • Celso Gabatz Universidade do Vale do Sinos - UNISINOS. Faculdades EST (São Leopoldo, RS).
  • Rosângela Angelin

DOI:

https://doi.org/10.20890/reflexus.v16i1.2619

Resumo

Esta abordagem busca descortinar uma análise da conjuntura na perspectiva das tensões relacionadas a uma guerra cultural e suas implicações no cenário brasileiro contemporâneo. Por meio de uma exposição histórica acerca das origens do termo no ambiente intelectual estadunidense, o artigo traz à tona críticas feitas ao “marxismo cultural” em suas ligações com a governança brasileira. A despeito de uma noção epistemológica bastante confusa na base das premissas delineadas pela hegemonia cultural bolsonarista, o artigo deixa evidente que as questões referidas possuem relevância semântica para impulsionar um projeto de poder ao amplificar uma retórica que dissemina o ódio, evoca conspirações e performances escatológicas, revelando um desejo de retorno a uma ordem moralista idealizada.

Biografia do Autor

Celso Gabatz, Universidade do Vale do Sinos - UNISINOS. Faculdades EST (São Leopoldo, RS).

Graduado em Teologia - Faculdades ESTGraduado em Sociologia - UNIJUIGraduado em Filosofia - CEUCLARPós-Graduado em Ciência da Religião e Docência no Ensino SuperiorMestrado em História - UPFDoutorado em Ciências Sociais - UNISINOS

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Publicado

2022-07-04

Edição

Seção

Artigos