Memórias Póstumas de Brás Cubas: antropologia e escatologia em Machado de Assis

Autores

  • Matheus Manholer de Oliveira Pontifícia Universidade Católica
  • Gustavo Escobozo Pontifícia Universidade Católica do Paraná image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.20890/reflexus.v18i1.2833

Resumo

O presente artigo tem por objetivo identificar a relação entre Teologia e Literatura na obra Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, a partir de um recorte antropológico e escatológico. Através do método de análise bibliográfica da obra machadiana e do seu confronto com a perspectiva antropológica e escatológica cristã, percebe-se que a pessoa humana, que vai se construindo e descobrindo, é aquela que vive a dramaticidade da vida e busca responder as questões acerca do sentido da vida. Esse sentido reside na experiência do amor, que é vivido pelo protagonista da obra não apenas de forma erótica, mas também de maneira caritativa.

Biografia do Autor

  • Gustavo Escobozo, Pontifícia Universidade Católica do Paraná

    Mestrando em Teologia pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Graduado em Teologia pela PUCPR.

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Publicado

06/30/2024

Edição

Seção

Artigos